Unique Types são versões muito especiais de fontes, inspiradas nas crianças atendidas pela AACD. Criadas sob licença Creative Commons, as fontes podem ser usadas livre e gratuitamente. Veja as primeiras fontes criadas para o projeto.
Unique Types is a special collection of fonts inspired by children suffering from physical disabilities. Each font is created under the Creative Common license and is free of rights and limitations on use. See the first fonts created for this project.
O vídeo mostra o longo processo de trabalho de Herbert Matter para o desenvolvimento do logo da New Haven Railroad. O documentário sobre esse importante designer suíço – The Visual Language of Herbert Matter – deverá ser lançado no meio de 2010. Vamos torcer para que também aconteçam projeções em cinemas aqui no Brasil. Continue a ler este artigo >
Uma passagem do capítulo A não-coisa [2], do Mundo Codificado, de Vilém Flusser:
“A mão, a atividade de apanhar e produzir, tornou-se supérflua (…). As mãos tornaram-se supérfluas e podem atrofiar, mas as pontas dos dedos não. Pelo contrário: elas passam a ser as partes mais importantes do organismo. (…) As pontas dos dedos são indispensáveis para pressionarmos as teclas. O homem, nesse futuro de coisas imateriais, garantirá sua existência graças às pontas dos dedos.
E aí se pode perguntar o que acontece, em termos existenciais, quando pressiono uma tecla. (…) Eu escolho uma tecla, decido-me por uma tecla. (…) O homem emancipa-se do trabalho para poder escolher e decidir. (…) Essa liberdade das pontas dos dedos, sem mãos, é no entanto inquietante. (…) A liberdade de decisão de pressionar uma tecla com a ponta do dedo mostra-se como uma liberdade programada, como uma escolha de possibilidades prescritas. (…) Essa é portando a liberdade de decisão que nos é aberta pela emancipação do trabalho. Totalitarismo programado.”
Complementando a exposição Connexions>Conexões, 72 cartazes compõem a mostra “O Espetáculo está na rua – cartazes de Chaumont” que fica no Tomie Ohtake até 22 de Novembro de 2009. De um lado, estão 24 peças históricas do final do século XIX – litografias de Jules Chéret, Toulouse-Lautrec e Bonnard, entre outros. Além dessas peças, há também 48 cartazes criados por designers contemporâneos como Grapus, M/M Paris, Vincent Perrottet, Phillipe Apeloig e Michel Bouvet.
“Como hoje o desenho parece estar tão separado da ideia de ganhar a vida, as escolas de arte basicamente abandonaram a atividade do desenho, porque não conseguiam lidar com a quantidade de programas de computador que deveriam ser instituídos. Agora as pessoas tem o que elas precisam talvez para suas vidas profissionais, mas não tem um instrumento fundamental para entender a realidade.” Milton Glaser
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